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Parceria entre empresa brasileira e Senai traz produz ventilador desenvolvido pela Nasa

Uma parceria entre a empresa de medicamentos brasileira Russer e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) vai permitir a produção de ventiladores pulmonares com projeto desenvolvido pela Nasa, a agência espacial dos EUA. O equipamento é essencial para pacientes graves da covid-19 e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu sua homologação semana passada. Inicialmente, serão 300 ventiladores pulmonares por mês. Ainda não há previsão sobre quando o produto chega ao mercado.

Rússia anuncia imunização em massa para outubro, mas de caráter voluntário

O ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, anunciou que a entrega do primeiro lote da vacina para covid-19 Sputnik V, aprovada pelo país este mês, está prevista para setembro. Murashko afirmou que a vacinação em massa – prevista para começar em outubro, segundo o jornal The Moscow Times – dará prioridade a profissionais de saúde e professores, mas será voluntária. A imunização deve se abrir para a comunidade em 1º de janeiro de 2021.

Distanciamento de 1 ou 2 metros pode ser insuficiente para evitar contágio por vírus

Recomendado para evitar a transmissão da covid-19, o distanciamento físico pode não ser suficiente. É o que concluíram pesquisadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA. A pesquisa observou que as gotículas de tosses e espirros foram detectadas bem além de 2 metros, chegando até 8 metros em alguns casos. A carga viral do emissor, a duração da exposição e a suscetibilidade à infecção também são importantes pontos a serem analisados.

Jogo sujo e “saltos” nas etapas científicas: vale tudo na corrida pela vacina?

Quando a Rússia anunciou, em 11 de agosto, que havia registrado a primeira vacina contra a covid-19, batizada de Sputnik V, a mensagem política e histórica ficou bastante clara. Em 1957, a União Soviética lançou o satélite Sputnik e venceu a corrida ao espaço. Agora, a Rússia diz que está indo além dos limites da medicina. Mas os críticos afirmam que o país está pulando etapas do processo científico de desenvolvimento de uma vacina. O ceticismo com o anúncio é um lembrete da intensa competição internacional em torno da questão.


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