As noites dos Estados Unidos têm tido protestos violentos.

É uma reação à morte do negro George Floyd na cidade de Minneapolis, por um policial branco, que desencadeou as maiores manifestações antirracistas desde mais de 50 anos.

Saques, tiroteios e até carros atropelando multidões passaram a compor a rotina a partir dos fins de tarde nas grandes cidades da maior potência mundial há uma semana.

Tudo em meio a uma pandemia que tem nos EUA seus maiores números.

No Estado da Flórida, o cenário de caos e revolta não está sendo diferente. A não ser pelo caso que se segue.

Era um protesto organizado na cidade de Coral Gables, a 20 quilômetros de Miami. Os manifestantes se dirigiram à delegacia da localidade, que tem grande população de latinos.

Faziam tudo de forma pacífica e ainda seguravam cartazes que diziam Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e Stop Police Brutality (Basta à Brutalidade da Polícia).

Foi quando policiais de diferentes departamentos ali presentes se ajoelharam em solidariedade e oração com os manifestantes.

Mais: os agentes de segurança fizeram preces por Floyd em conjunto com os manifestantes. Mais ainda: alguns chegaram a abraçá-los. Um clima de comoção e harmonia.

Juan Diasgranados, porta-voz da polícia local e que estava entre os participantes, disse que é preciso amenizar a atmosfera de confronto.

A lição que os policiais do Condado de Miami-Dade deixaram a seus colegas: todos devem melhorar o treinamento para que os esforços em construir e manter a confiança da comunidade não sejam perdidos.


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