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Com anúncio oficial da primeira-ministra, Jacinda Ardern, a Nova Zelândia suspendeu todas as restrições sociais e econômicas (exceto os controles de fronteira) depois de declarar nesta segunda-feira, 8/6, que está livre do coronavírus, tornando-se um dos primeiros países do mundo a voltar à normalidade pré-pandêmica. Eventos públicos e privados, indústrias de varejo e hospitalidade e todo o transporte público foram autorizados a retomar seu funcionamento sem as regras de distanciamento ainda existentes em grande parte do mundo.

Uma das cidades mais atingidas pela pandemia do novo coronavírus no mundo, Nova York começou nesta segunda-feira, 8/6, um cauteloso processo de reabertura, depois de mais de dois meses e meio de restrições. A cidade mais populosa dos EUA autorizou a retomada das obras e do comércio, mas só para retirada de produtos. Restaurantes e bares continuam funcionando só para entregas. O metrô voltou a ter um aumento no número de passageiros.

Dois estudos publicados na revista Nature mostraram como as medidas de isolamento social foram importantes para poupar milhões de vidas do novo coronavírus. Em um deles, cientistas da Imperial College de Londres estimam que as medidas evitaram 3 milhões de mortes em 11 países da Europa. Em outro, pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) afirmam que ordens dos governos de seis países — China, Estados Unidos, França, Itália, Irã e Coreia do Sul — para a população ficar em casa preveniu 62 milhões de infecções.

Um dia depois de informar que a transmissão do novo coronavírus entre pessoas assintomáticas é “muito rara”, a chefe da unidade de doenças emergentes e zoonose da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove disse que “ainda não temos resposta” definitiva para a questão de qual é o grau de transmissibilidade da doença pelos assintomáticos. Especialistas ressaltam que os pré-sintomáticos podem, sim, transmitir o vírus, daí a necessidade de não mudar nada em relação ao uso de máscara e ao distanciamento social.

Se você tem sangue tipo A, precisa se preocupar mais com a covid-19. Entenda por quê

Ter o sangue tipo A leva a um risco 50% maior de precisar de oxigênio ou ventilador mecânico para tratar a doença, descobriram pesquisadores alemães e noruegueses. O trabalho ainda está sendo analisado por pares, mas é o terceiro a mostrar que pessoas com esse tipo sanguíneo podem ser mais suscetíveis à covid-19 – outros estudos já tinham sido feitos na China e nos Estados Unidos. Autor da pesquisa diz ainda não ter certeza se é o grupo sanguíneo ou o marcador genético o que determina alguém mais gravemente doente.

Auxílio emergencial: pagamento de boleto por app deixa beneficiário com a conta e sem o dinheiro

Beneficiários do auxílio emergencial de 600 reais – aprovado pelo Congresso Nacional para ser pago pelo governo federal durante a pandemia – estão com um problema sério. Muitos dos que usaram o aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, para pagar boletos relatam que o dinheiro está sumindo da conta sem que o pagamento seja concluído. O banco confirmou a falha, afirmou que atingiu 0,1% dos boletos pagos no aplicativo e garantiu que a situação está resolvida e todos os clientes afetados vão ser ressarcidos.


O portal Estádio das Coisas apoia as medidas
de isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus.
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