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Resiliência é mais forte que a solidão durante a pandemia, diz pesquisa

Pesquisa da Universidade da Flórida (EUA) mostra que a capacidade de adaptação das pessoas é admirável e que a resiliência está vencendo a solidão durante a pandemia. Foram entrevistadas mais de 2 mil pessoas nos Estados Unidos, antes e durante a quarentena imposta pela covid-19. O estudo foi publicado na revista acadêmica American Psychologist e apontou que houve mudança de percepção em relação à solidão nesse período. Na verdade, muitos tornaram os contatos com amigos e parentes mais frequentes. Além disso, os entrevistados avaliaram positivamente a rede de suporte e solidariedade criada pelo isolamento.

Itália registra aumento de 60% na venda de bicicletas depois do fim da quarentena

Desde que o governo italiano encerrou a quarentena para conter o novo coronavírus, um reflexo do interesse das pessoas em evitar o uso de transporte público e uma resposta aos incentivos do governo na questão do meio ambiente foi o aumento nas vendas de bicicletas. Pelo menos 540 mil bicicletas foram vendidas em todo o país desde que as lojas reabriram no início de maio, um aumento de 60% em comparação com o mesmo período de 2019. Há também subsídio para quem quiser comprar bikes elétricas.

Ainda são apenas testes em profissionais da saúde, mas já há vacina contra a covid em uso no Brasil

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Lemann confirmaram que na capital paulista já estão sendo realizados os testes com a vacina ChAdOx1 nCoV-19, a aposta da Universidade de Oxford, no Reino Unido, contra a covid-19. O produto é um dos 141 candidatos cadastrados na Organização Mundial de Saúde (OMS) e está entre as 13 que já estão em fase clínica de testes em humanos no mundo. A vacinação ocorre em profissionais da saúde e também abrangerá o Rio de Janeiro.

Morcegos podem ser “inocentados” da culpa pelo surgimento do novo coronavírus. Entenda

Por que taxa de ocupação de UTIs pode não significar tranquilidade na gestão da doença?

Pouco mais de cem dias após registrar os cinco primeiros casos de coronavírus, Curitiba passou de uma situação confortável para dramática em relação à pandemia. Até metade de maio, eram 600 casos de covid-19 e taxa de ocupação de UTIs de no máximo 50%. Com o surto controlado, a prefeitura relaxou as regras e permitiu a reabertura de shoppings e academias. O resultado: os casos quintuplicaram e os hospitais lotaram. Na segunda-feira, 22/6, eram 3.032 casos confirmados e 114 óbitos.

Índios da região amazônica morrem mais de covid-19 do que a média dos brasileiros, revela pesquisa

A taxa de mortalidade pela covid-19 entre os indígenas da Amazônia Legal é 150% maior do que a média nacional, de acordo com análise da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e do Instituto de Pesquisa da Amazônia (Ipam). A conclusão foi feita a partir de uma proporção que dividiu o número total de mortes dos índios dos nove Estados que englobam a Bacia Amazônica por 100 mil habitantes. A taxa é ainda 20% maior do que a incidência de mortes em toda Região Norte, que apresenta o índice mais alto entre as cinco do País.


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