Após uma longo e tenebroso verão, cá estamos de volta pra escrever um pouco sobre o nosso time de coração. Então, chega de conversa fiada e bora falar desse time comandado pelo mestre Umberto Louzer.

No primeiro jogo do ano, contra a gigante Cidinha, o time fez um primeiro tempo de encher os olhos. Tinha tempo que não via meu time jogando com tanta intensidade, atacando o tempo todo, marcando na defesa adversária e sufocando a Aparecidense contra a parede. Foi o bastante pra eu me animar e pensar comigo mesmo: esse time vai dar liga.

Veio o segundo tempo e o time não jogou naaaada. N-A-D-A. Nadica. Ok, começo de temporada, jogadores cansaram, bora arregaçar no próximo. E veio o próximo jogo e o time não jogou nada. E veio o clássico e… sem comentários, né? Contra o nosso maior rival foi triste ver meu time em campo.

Depois veio o jogo contra o Crac. Fizemos três golzinhos, não levamos sufoco, a torcida se animou com a atuação, maaaaas… Eu vi dois jogos do time de Catalão e digo que essa equipe é muito ruim, muito mesmo, podendo facilmente ser comparada aos times de várzea de Goiânia e região metropolitana.

No nosso último jogo, contra o Goianésia, continuamos vendo um time sem estrutura tática, atacando basicamente apenas por um lado, a defesa, o meio de campo e o ataque totalmente desconectados e um time cheio de falhas na marcação.

E isso foi o bastante pra torcida do Vila ficar temerosa com o jogo de hoje a noite contra o poderoso Manaus (às 22h30, no Estádio da Colina, em Manaus). E não tem como ser diferente pelo que esse time tá jogando. Nosso treinador, na minha humilde opinião, comete o mesmo erro que seu antecessor: para cada jogo, um ataque diferente.

Meu filho, já vi esse filme e não gostei do final. Então, meu nobre treinador, ligue o foda-se no volume máximo, defina os hômi que vão jogar lá na frente, dê confiança a eles e o resto que se mate pra ganhar a posição. E treina direito a p#@$& desse time, [email protected]#$%&*.

Mestre Louzer, você precisa mostrar mais a que veio ainda.

E tem que ser hoje.

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Anderson Milhomem
Anderson Milhomem, 47 anos, publicitário, diretor de arte que tem o design como inspiração, a escrita como paixão e o Vila Nova como religião. Deus no céu e Bé na terra. Amém. @anderson_milhomem