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Depois dos EUA, novo país a aprovar antiviral contra a covid-19 é o Japão

O governo japonês começou a fornecer a recém-aprovada droga remdesivir a instituições médicas para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus. A entrega do antiviral, fornecido por sua fabricante americana, havia sido iniciada na segunda-feira 11/5. O remdesivir é o primeiro medicamento autorizado pelo Japão para o tratamento de pacientes com a covid-19. Sua aprovação foi acelerada na semana passada, após somente três dias de avaliação, depois de a droga ter sido aprovada para uso emergencial nos Estados Unidos.

Aprovado projeto de pesquisadores da UFPB para produção de testes rápidos que custam 50 reais

Foi aprovado o projeto de pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) para desenvolvimento de um teste pata detecção do novo coronavírus, ao custo de 50 reais. A intenção é de que sejam testados pacientes com suspeita de covid-19 por meio de sensores eletroquímicos, que permitem diagnósticos mais rápidos e com custo cerca de cinco vez mais baixo do que os dos testes de referência utilizados atualmente.

OMS informa que medicamentos em estudo podem ser “promissores” para limitar gravidade de doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta terça-feira, 13/5, que alguns remédios pesquisados no mundo todo parecem ser capazes de limitar a gravidade ou a duração de uma infecção por covid-19. Dessa forma, o estudo será aprofundado sobre quatro ou cinco medicamentos que parecem mais promissores no combate à doença. “Temos alguns tratamentos que parecem, em estudos muito iniciais, limitar a gravidade ou a duração da doença, mas não temos nada que possa matar ou parar o vírus”, disse a porta-voz da OMS, Margaret Harris.

Você sabe lidar com a máscara? Entenda por que não adianta usá-la no queixo ou abaixo do nariz

Com o uso das máscaras se tornando um componente do “novo normal” e já obrigatórias em diversas cidades brasileiras, muita gente se mostra ainda desconfortável para manuseá-la. No entanto, a peça se tornou fundamental ao combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2). Saiba como evitar o uso inadequado, que pode aumentar os riscos de infecção. Entre os principais erros, estão colocá-las no queixo, pegá-las pela parte frontal e deixar o nariz descoberto.

Redução do isolamento em Goiás pode levar a mais demanda de leitos e vagas em UTI já a partir de junho

Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) publicaram uma nota técnica que analisa o modelo de expansão espaço-temporal da covid-19 em Goiás a partir de dois cenários de isolamento social. Com o relaxamento na quarentena no Estado, embora ainda não seja possível avaliar qual será o impacto na taxa de transmissão efetiva nas próximas semanas, se a tendência de menor adesão se mantiver em maio, já a partir do início de junho haverá crescimento da necessidade de vagas em leitos e em UTIs, podendo crescer a partir daí.

Brasil só realizou 2% dos 24 milhões de testes previstos para o combate ao novo coronavírus

Dos 24 milhões de testes moleculares prometidos pelo governo para enfrentar a pandemia, o Brasil realizou, até o momento, menos de 500 mil, o que representa pouco mais de 2% do total. Mais de 145 mil destes aguardam a análise por laboratórios ou a divulgação dos resultados. A capacidade limitada de testagem, em especial nos primeiros dias do coronavírus no país, tem sido apontada por especialistas como um dos motivos para a recente aceleração da doença, bem como a baixa adesão ao isolamento social.

Casos psiquiátricos sofrem aumento de número e de gravidade durante período da pandemia

Desde o início da pandemia no Brasil, houve aumento do número de casos psiquiátricos. Quase metade dos médicos entrevistados em pesquisa feita pela Associação Brasileira de Psiquiatria disse que percebeu aumento nos atendimentos e quase 90% destacaram o agravamento de quadros de pacientes que já acompanhavam. Outro trabalho, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), mostrou que, durante a quarentena, houve aumento considerável de depressão, estresse e crises agudas de ansiedade.

Uso de hidroxicloroquina não interfere na redução de mortes por coronavírus, diz novo estudo publicado

Realizado nos Estados Unidos, o maior estudo sobre o medicamento hidroxicloroquina, usado para artrite e lúpus, não mostra redução de mortes por covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A pesquisa envolveu quase 1,5 mil pacientes e avaliou o impacto do remédio tanto com como sem o antibiótico azitromicina. O tratamento com a medicação é defendido tanto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, como por seu aliado brasileiro, Jair Bolsonaro.


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