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China, o país onde se testa por dia o que o Brasil não conseguiu na pandemia inteira

O país onde tudo começou também é o que mais leva a sério a testagem da população. A China continental, na busca por infecções pelo novo coronavírus, foi capaz de realizar testes de ácido nucleico em 3,78 milhões de pessoas por dia em junho, contra 1,26 milhão em março. É um crescimento de 200%, que talvez isso explique, em grande parte, o controle do surto e o número baixíssimo de óbitos em relação ao tamanho da população. Enquanto isso, o Brasil recebeu um “puxão de orelhas” da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), para testar mais. Em toda a pandemia, o País realizou 2,7 milhões de testes nos brasileiros.

Países que adotaram máscara já no começo do surto têm agora menor mortalidade

Seis pesquisadores de instituições dos EUA, Canadá e Polônia usaram dados de 194 países para quantificar a eficiência de políticas públicas de contenção à covid-19. Dezoito desses países incentivaram o uso das máscaras já no início do surto; com o passar do tempo, o qu se observou foi que 14 deles estão entre os que têm as menores taxas de mortalidade devido ao novo coronavírus. O trabalho mostra que países com normas claras de uso da máscara apresentaram uma alta semanal de 8% na taxa de mortalidade durante a pandemia. Aqueles que não exigiram a proteção, tiveram acréscimo de 54%.

Ministro interino da Saúde diz que deve fechar acordo para produzir no Brasil a vacina de Oxford

O ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, disse que o governo pode fechar nesta semana o acordo para produzir no Brasil a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com a biofarmacêutica AstraZeneca. O produto é o imunizante mais promissor em teste. Segundo ele, a negociação já está bem adiantada e envolve a Bio-Manguinhos (entidade da Fiocruz responsável pela área de vacinas). A fala de Pazuello foi em audiência pública virtual à comissão mista do Congresso que analisa as ações de combate à pandemia.

Crise do coronavírus acelera saída dos idosos brasileiros do mercado de trabalho

Governo de São Paulo já divulga protocolo para reabertura de escolas, a partir de setembro

Os bairros da cidade de São Paulo com maioria da população negra apresentam maior número de mortes por covid-19 do que bairros com maioria da população branca. É o que aponta pesquisa da Rede Nossa São Paulo. O bairro Jardim Ângela, na zona sul, em que 60% dos moradores se declaram pretos ou pardos, registrou número de mortes pelo novo coronavírus cinco vezes maior do que o bairro de Alto de Pinheiros, na zona oeste, onde apenas 8% se declaram pretos ou pardos.

Número de óbitos em 24 horas bate novo recorde em Goiás, em meio à reabertura da economia

A atualização dos dados relativos à pandemia, realizada pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), confirmou nesta quarta-feira, 24/6, 363 óbitos no Estado. Em 24 horas, é o registro recorde de perda de 34 vidas para a doença – o anterior tinha sido de 24 óbitos, em 2 de junho. Há ainda 44 mortes suspeitas sob investigação. Os casos confirmados chegam a 19 mil e seguem tendência de alta, agravada pela perspectiva de multiplicação dos registros com a reabertura do comércio na maioria das grandes cidades goianas.


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