Os dados  do Painel Covid-19 do Governo de Goiás, mostram que, na manhã desta terça-feira, 26/5, o Estado ultrapassou a marca de cem mortes causadas pelo novo coronavírus.

Embora o último boletim, da tarde de segunda-feira, tenha registrado 96 óbitos, mais 2 ocorrências entraram na contagem ainda no decorrer do dia. Somaram-se agora mais três mortes, ocorridas em nos municípios de Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e na capital, Goiânia. Portanto, são agora, ao meio-dia desta terça-feira, 101 mortes no Estado.

Em relação a números de casos, já são 2.503 pessoas confirmadas com a covid-19 em Goiás. Nacionalmente, o Estado ocupa a 25ª (ou antepenúltima) colocação entre as unidades federativas nessa totalização. Apenas Mato Grosso (26º) e Mato Grosso do Sul (27º) têm menos registros.

Já no que diz respeito à quantidade de óbitos, as confirmações colocam os goianos em 21º lugar nacional.

Os casos confirmados em Goiás subiram mais de 200% desde o início de maio, quando havia pouco mais de 800 casos.

Foram exatamente dois meses desde o primeiro óbito, de uma moradora de Luziânia, ocorrido em 26 de março. Um mês depois, no dia 26 de abril, Goiás tinha 25 mortes registradas, um número que, portanto, quadruplicou em mais 30 dias.

Apesar de os números do Estado serem relativamente bons, tomados em comparação ao restante do País, um fato tem incomodado as autoridades sanitárias e o governador Ronaldo Caiado (DEM): o baixo índice de isolamento social. Isso tem levado especialistas a avaliar que o quadro até o fim de julho pode ser dez vezes mais grave do que o atual.

Pela mesma plataforma, é possível observar que Goiás teve, no domingo, 24/5, o pior índice (47,8%) entre 24 Estados – Distrito Federal, Ceará e Alagoas não tiveram dados divulgados. O melhor número foi do Amapá, com 60,7%.


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