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Escolas ao ar livre: uma maneira que países encontraram para combater uma doença contagiosa no passado

Com a ameaça de uma doença potencialmente mortal e transmitida pelo ar, como colocar as crianças de volta nas escolas de modo seguro sem ainda ter uma vacina? O dilema é atual, mas foi enfrentado também há um século, quando a tuberculose era um mal devastador e mata uma em cada sete pessoas. Surgiu então, na Europa, a ideia de escolas ao ar livre, que no Brasil foi adotada anos depois em várias cidades. Conheça melhor essa página da educação no País.

Na sexta-feira, 4/9, o Instituto Gamaleya publicou, na conceituada revista científica The Lancet, os resultados da principal vacina produzida na Rússia contra o novo coronavírus. Os estudos mostram que a Sputnik V foi capaz de induzir resposta imune aos voluntários em suas primeiras fases de testes. Mas isso é suficiente para que a vacina chegue ao mercado? Para responder a esta e outras perguntas sobre a vacina russa, clique no título desta chamada e vá para guia rápido com as principais dúvidas em relação ao assunto.

UFRJ desenvolve teste sorológico 20 vezes mais barato e que chega a 100% de precisão

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram um teste sorológico para covid-19 que custa cerca de 20 vezes menos que os testes rápidos disponíveis em farmácias do Brasil. A metodologia, chamada de S-UFRJ, consegue captar anticorpos IgG (de longa duração) produzidos pelo corpo humano com precisão que chega a 100% após 20 dias do início dos sintomas. O método também é capaz de identificar anticorpos dez dias após os sintomas terem começado, mas a precisão cai para 90%.

Infectologista e secretário de Saúde de SP aposta em imunização no Brasil já para janeiro

O Brasil pode começar 2021 com uma vacina contra a covid-19 sendo aplicada. Essa é a previsão do infectologista e secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn. “A vacina do Instituto Butantan tem uma programação de término dos estudos ainda em outubro. Em novembro, os resultados estarão disponíveis e em dezembro estaremos com 45 milhões de doses no Brasil. Os estudos só vão aguardar a chancela dos órgãos de vigilância sanitária, no caso a Anvisa. Se tudo der certo, teremos tudo pronto em dezembro, com início de vacinação já em janeiro”, disse Gorinchteyn.

Ranking dos 5 melhores no trato da pandemia não tem nenhum país americano

Em seu perfil no Twitter, a repórter da revista ELA Talita Duvanel, publicou uma sequência de tuítes em que resume uma matéria da Foreign Policy, publicação renomada sobre assuntos internacionais. A reportagem mostra que países pobres, como o Senegal, responderam à pandemia melhor do que a maioria dos países desenvolvidos. A Nova Zelândia abre o ranking. O Brasil está entre os últimos da lista divulgada, que relaciona 35 nações.


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