Joaquim Antônio da Silva. Ou, para quem o conhece como vendedor de cachorros quentes, o Barruada.

Este é o personagem de uma história bonita de humildade e gratidão.

É que, fazendo e vendendo seus sanduíches, seu Joaquim trabalha nas imediações do Colégio Salesiano, uma escola católica no Recife já há 45 anos.

a

É de lá que ele tira seu ganha-pão, dia após dia. Ganhou o carinho de alunos e ex-alunos.

Recife é também uma das capitais mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus e, por causa do isolamento social, necessário para frear o contágio, seu Joaquim teve de dar um tempo no papel do vendedor Barruada.

E ficou sem dinheiro para pagar suas contas.

Desesperado, ele resolveu apelar para as redes sociais. Fez um vídeo que logo correu por todo o círculo de amizade e clientela. Viralizou. O retorno praticamente imediato foi puxado pela corrente criada por todos os que o conheceram.

Diante de tanta solidariedade dos clientes e amigos, seu Joaquim gravou um segundo vídeo, para agradecer e… para que parassem de doar(!), porque já tinha conseguido o necessário:

“Me ajudaram muito e tava pensando de parar (sic) porque a ajuda que vocês me arrumaram já dá pra vencer a batalha. Muito obrigado, muito obrigado mesmo!”

Veja o vídeo em que ele faz a declaração na íntegra:

A história do vendedor fez tanto sucesso que foi parar no Jornal Nacional Para assistir à matéria do telejornal, clique aqui.

Quem o conhece desde os anos 70 diz que Barruada não é de muitos sorrisos, mas se tornou figura marcante nas imediações. Procurado por jornalistas, ele não atendeu às ligações da reportagem. Amigos e parentes relataram que ele ficou incomodado com a repercussão dos vídeos.

Com informações do Diário de Pernambuco.


O portal Estádio das Coisas apoia as medidas
de isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus.
#FiqueEmCasa    #SeSairUseMáscara


COMENTÁRIOS




Estádio das Coisas
A arena para todos os debates