As cores dos títulos dão o tom da respectiva notícia: verde (boa notícia), amarelo (neutra ou de alerta) ou vermelho (preocupante). Clique sobre o título para acessar o conteúdo na íntegra.

Na Índia, um exército de agentes sociais da saúde enfrenta a desconfiança e o risco de contágio para identificar os casos de novo coronavírus entre os mais pobres. São quase um milhão de mulheres voluntárias, chamadas Asha – sigla para Accredited Social Health Activists, ou algo como Agentes Certificadas Sociais da Saúde, em português. São ativistas da saúde que atuam em cidades e vilarejos para fornecer cuidados básicos, como vacinas ou partos. Estão na linha de frente contra a covid-19, em um cenário desfavorável ao segundo país mais populoso do planeta, que já tem mais de meio milhão de casos.

Dexametasona “salva vidas” de pacientes graves, afirma OMS sobre medicamento

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o corticoide dexametasona “salva vidas” de pacientes graves da covid-19. A entidade estabeleceu cinco novas diretrizes para os países enfrentarem a pandemia. Em uma delas, intitulada “salvar vidas”, Tedros citou o medicamento. “Identificação precoce dos infectados e cuidados clínicos precoces salvam vidas. Dar oxigênio e dexametasona a pessoas com casos graves da covid-19 salva vidas. Dar atenção aos grupos de risco, inclusive aos idosos e pessoas de cuidados prolongados, também salva vidas”, afirmou o diretor.

Própolis pode ser eficiente na luta contra a covid-19, segundo nova pesquisa

O própolis é conhecido pelo poder medicinal e de aumento da imunidade. Ele resulta da colheita de resinas da flora pelas abelhas e alteradas pela ação das enzimas contidas na saliva dos insetos e ajuda na limpeza da colmeia e na proteção contra frio e inimigos. O que está em estudo agora é o potencial do própolis contra a covid-19. Nos últimos anos, estudos científicos demonstraram que a própolis possui propriedades anti-inflamatória e imunomoduladora, que são muito relevantes no contexto da doença.

Cloroquina como panaceia foi levada a sério por 18% dos brasileiros, revela instituto

Em cada cinco brasileiros, um chegou a acreditar que a hidroxicloroquina seria a “cura” para a covid-19, segundo revela pesquisa de opinião sobre os mitos da pandemia, feita pelo instituto Ipsos em 16 países. Embora nenhum estudo com rigor científico apontasse sua eficácia, o remédio foi promovido a solução pelo presidente Jair Bolsonaro – e a tese foi amplificada por sua base nas redes sociais. O resultado é que, na pesquisa, 18% dos entrevistados no Brasil qualificaram como verdadeira a frase “existe uma cura para covid-19 e ela se chama hidroxicloroquina”, enquanto 57% a consideraram falsa.

Combate errôneo à pandemia no Brasil deve levar pico a ser alcançado apenas em agosto 

No DF, casos de covid avançam 1.000% em 40 dias e governador fala em tratar como “gripezinha”

Desde que o governador Ibaneis Rocha (MDB) autorizou a reabertura do comércio, em 18 de maio, o Distrito Federal viu os casos de covid-19 explodirem. O número de infectados saltou de 4.123 para 47.071, um aumento de 11 vezes. Já o de mortos em decorrência do vírus pulou de 62 para 559 no mesmo período, crescimento de nove vezes. Os dados são da própria Secretaria de Saúde do DF. Apesar desses indicadores, Ibaneis diz que o coronavírus será tratado na capital federal como uma “gripezinha”, a partir de agora, o que deveria ter ocorrido, segundo ele, desde o início da pandemia. O governador promete liberar “sem restrições” escolas e todas as atividades econômicas até agosto.


O portal Estádio das Coisas apoia as medidas
de isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus.
#FiqueEmCasa    #SeSairUseMáscara


COMENTÁRIOS




Estádio das Coisas
A arena para todos os debates