De acordo com levantamento feito pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, até o dia 4 de agosto, 893 pessoas terão morrido por conta da pandemia do novo coronavírus em Goiás.

A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 26/5, e revela que, no total, até a mesma data 125 mil brasileiros perderão a batalha para a covid-19. A previsão é que quase metade dos óbitos ocorra nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

O Instituto para Métricas de Saúde e Avaliação (IHME), responsável pelo estudo na universidade, diz que os dados são capturados de acordo com efeitos das regras de distanciamento social, tendências de mobilidade e capacidade de testes.

O ponto positivo é que as projeções mudam de acordo com alterações nessas políticas: se melhorar o nível de distanciamento e de testes, por exemplo, o quadro muda positivamente e, então, haverá menos mortes.

Dados do Painel Covid-19 do Governo de Goiás, mostram que, no começo da noite desta terça-feira, Goiás atingia 104 óbitos pelo novo coronavírus.

Deste o primeiro óbito, de uma moradora de Luziânia, ocorrido há exatos dois meses, em 26 de março, o número mais que quadruplicou no Estado.

Apesar de os números goianos ainda serem relativamente bons, tomados em comparação ao restante do País, uma grande preocupação é o baixo índice de isolamento social.

Isso, certamente, pesou na avaliação dos pesquisadores de Washington, como também tem levado especialistas a avaliar que o quadro até o fim de julho pode ser dez vezes mais grave do que o atual.

Pela mesma plataforma, é possível observar que Goiás teve, pelo menos nos dois dias anteriors (domingo e segunda-feira), o pior índice de isolamento social entre 24 Estados que divulgaram seus números. Nesta segunda, a porcentagem foi de apenas 37,2%.


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