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Imperial College observa taxa de transmissão menor que 1 pela primeira vez no Brasil

Pela primeira vez em quase quatro meses, o Brasil registrou transmissão de coronavírus sob controle, segundo cálculos do centro de controle de epidemias do Imperial College, referência no mundo em estatísticas na pandemia. Para a semana que começou no domingo, 16/8, a taxa de contágio (que indica para quantas pessoas em média cada infectado transmite o patógeno) foi calculada pelo instituto britânico em 0,98. Isso significa que cada 100 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus contagiam outras 98, que por sua vez passam o patógeno para 96, que o transmitem a 94, desacelerando o contágio.

Imunidade duradoura do corpo ao coronavírus fica mais provável, dizem cientistas

Cientistas que estão monitorando as reações imunológicas ao novo coronavírus começam a ver sinais animadores de imunidade forte e duradoura, mesmo em pessoas que apresentaram apenas sintomas leves da covid-19. É o que sugere uma série de novos estudos. Os anticorpos que combatem doenças, assim como as células imunológicas chamadas células B e células T, que são capazes de reconhecer o vírus, parecem persistir meses após a cura das infecções, uma repetição animadora da reação prolongada do corpo a outros vírus.

Russos dizem que sua vacina vai garantir imunidade por no mínimo dois anos

A vacina russa para a covid-19 deverá dar imunidade à doença por no mínimo dois anos, anunciou o Instituto Gamaleya, em Moscou, que desenvolveu a vacina, batizada de Sputnik V. A vacina foi registrada na semana passada pelo governo russo, mas, até agora, não foram publicados estudos que mostrem os resultados dos testes da imunização. Por isso, ela é vista com desconfiança pela comunidade internacional.

Carga viral alta em pessoas sem sintomas causa surpresa em cientistas da UFMG

A busca por portadores assintomáticos do coronavírus começa a revelar aspectos intrigantes da propagação da covid-19 no Brasil. Acredita-se que a transmissão assintomática seja responsável por cerca de 60% do contágio. São pessoas que se sentem saudáveis, muitas das quais não adoecem, mas que passam a doença adiante. Um novo estudo, porém, indica que algumas dessas pessoas têm uma carga viral muito grande. A descoberta surpreendeu os cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


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